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DEUS E MAE TAMBEM






Deus é mãe? Que é isso? Quanta heresia! Onde é que já se viu tratar Deus como mulher? Agora sou eu que pergunto: Onde é que já se viu dar um sexo a Deus de tal forma que ele seja masculino? Isso ocorre porque no processo de revelação divina, Deus, que é “Espírito” assume representações humanas, incluindo as figuras parentais. Por isso Deus se fez carne e habitou entre nós na pessoa do homem Jesus. No Antigo Testamento, em uma cultura patriarcal, Deus também assumiu a representação masculina, pois o termo “Elohim” é masculino. Mas ele não era tratado como “Pai” pelos israelitas, mas suas representações são a de um marido amoroso e traído (Cânticos, Jeremias, Ezequiel e Oséias). Jesus nos apresenta Deus como Pai e assusta quando o chama de “Abba Pai” (um diminutivo carinhoso, como painho). Tem muita gente que se julga macho por aí que tem vergonha de chamar seu pai de “painho”. Aliás, para piorar as coisas, o termo mais patriarcal do hebraico bíblico (PAI - ´AV) quando vai para o plural assume a forma feminina (´AVOT), formando uma espécie de substantivo irregular. Irregular talvez seja procurar entender porque o termo “Espírito” (Ruach) em hebraico é feminino e o termo “Shekkinah” que descreve a presença gloriosa do Espírito de Deus no meio de seu povo, também o é. Apresenta-se aqui Deus como uma figura consoladora, carinhosa, acolhedora, acalentadora, que dá colo, fazendo-se presente e dando segurança aos seus filhos. Não seria aqui o Deus-Mãe? Não, não, acho que estou forçando a barra, não é? É porque estive lendo Isaías 49:14-16 e vi que ali Deus é comparado a uma mãe adotiva que não se esqueceria de seu filho ainda que sua mãe biológica o desprezasse, confortando assim o povo judeu que estava prestes a sair do exílio babilônico, um tanto inseguro. Mas aí alguém poderia argumentar que Gênesis nos diz que Deus fez o “homem” (macho) à sua imagem e semelhança e não a mulher, a qual deveria levar a culpa do pecado do homem, por ter pecado primeiro e oferecido o fruto ao seu marido, como se esse homem fosse bobo o suficiente para não saber o que estava fazendo. Sinceramente, não gostaria de ser identificado com um homem bobo, até porque a palavra “homem”, em Gn.1:26-28 é “Adam”, que significa “ser humano” ou “humanidade”. Completa o escritor sagrado em Gn.5:2: “macho e fêmea os criou..e lhes deu o nome de Adão”. Além dessa culpabilidade feminina, sua imagem estava associada às prostitutas cultuais, em função dos cultos de fertilidade que existiam ao redor de Israel. Isso poderia afastar nossa compreensão por causa das tendências simplificadoras de tratar as coisas como “ou é isso, ou é aquilo”. Assim, as representações femininas na Bíblia só teriam um caráter negativo. Mas, eu vi também em Isaías 66:10-13 que Deus consola seu povo como uma mãe e em Mateus 23:37 que Jesus quis ser para Jerusalém como uma galinha, que ajunta seus pintinhos debaixo de suas asas. Mas nada se compara com a representação materna de Oséias 11. Ali Deus até se “inclina” para dar de comer ao seu filho pequeno, um movimento da mãe no mundo oriental antigo, em deitar-se para levar o peito à boca do bebê. Deus é Marido, Deus é Pai, Deus é Filho, Deus é Mãe. Se, ao final dessa leitura, você se incomodar e tiver vontade de rasgar o que escrevi, é porque está na hora de verificar como vão os seus afetos mais significativos e o quanto estão fechadas as janelas da alma.      


ORAR E PEDIR





Orar e pedir são realidades que experimentamos em nossa vida cristã. Quando oramos ao Senhor nosso Deus, apresentamos a Ele, entre outras coisas, as nossas necessidades. Algumas vezes pedimos publicamente, outras vezes, pedimos em particular; algumas vezes verbalizamos nossos pedidos, outras vezes, eles permanecem no silêncio dos nossos corações. Mas, em todas às vezes, Deus nos ouve.
Sobre o pedir, pelo menos dois versículos devem ser objetos de nossa reflexão.
O primeiro é: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á.
Porque, aquele que pede, recebe; e, o que busca, encontra; e, ao que bate, abrir-se-lhe-á.”
(Mateus 7.7,8). Nestas palavras de Cristo temos a garantia de que as nossas orações não são pronunciadas em vão.
O segundo versículo afirma: “Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites.” (Tiago 4.3). Neste versículo somos advertidos sobre a cobiça e a inveja, e o perigo de termos as orações não atendidas, quando elas são feitas de forma egoísta.
Diante destes dois textos, faz-se necessário refletirmos sobre as nossas orações a Deus, o conteúdo e a finalidade daquilo que temos pedido ao Senhor. As nossas orações precisam ser feitas tendo em mente as seguintes perguntas: “Trará glória a Deus? Promoverá o seu reino? Ajudará alguém? Me ajudará a crescer espiritualmente?” (Bill Hybels em: Ocupado Demais Para Deixar de Orar. Campinas: United Press, 1999. p.78).
Os nossos pedidos precisam estar em consonância com a vontade de Deus revelada nas Escrituras.
Que possamos orar continuamente, como nos recomendou o Apóstolo Paulo em 1 Tessalonicenses 5.17.

Deus nos abençoe grandemente!


SENTIR DOR E BOM

O título desta reflexão pode assustar e parece vindo de uma mente masoquista ou até mesmo sádica. De fato, ninguém gosta de sentir dor, seja ela física, emocional ou espiritual. Tem dor pior que a dor de dente? Ela traz, por tabela, dor de cabeça, dor no olho e irritação. Curiosamente, existe uma criança entre 400.000, que nasce com uma enfermidade rara, chamada “desautonomia familiar”, doença essa que atinge o sistema nervoso autônomo e que se caracteriza pela total ausência de dor, ou seja, a pessoa perde todas as sensações. Pode se cortar, se queimar, quebrar a perna e não sentir dor. Ótimo, não é mesmo?? Na verdade, isso é grave, pois pessoas assim morrerão com infecções internas, sem sentir os sintomas de dor. Só se percebe a gravidade de sua enfermidade tarde demais. O rabino Harold Kushner, em seu livro “Quando Coisas Ruins Acontecem às Pessoas Boas” (Ed. Nobel, 1981), reflete sobre a necessidade de sentirmos dor; não que seja ótimo sentir dor, mas a dor é um aviso que o organismo humano envia para nos lembrar de que alguma coisa não está indo bem e que precisa ser regularizado. É uma oportunidade para revisarmos nossa saúde. Outras vezes a dor vem em virtude de esforços que fazemos superiores àqueles que podemos suportar. Para Kushner, “a vida seria perigosa, talvez impraticável, se não pudéssemos sentir dor” (p.67). A dor, seja ela física, emocional ou espiritual, é um custo de nossa existência humana. A leitura do livro de jó deixa um sentido que não podemos explicar conveniente sobre a origem e o porquê de determinadas experiências dolorosas, mesmo que num âmbito geral, com o pecado do casal no Éden, o sofrimento se tornou uma marca do ser humano. Não creio em um Deus que fica sentado em seu trono de Glória, enviando dores para nos punir ou nos testar, como se fôssemos marionetes em suas mãos. Mas, sei que posso crescer e me tornar mais humano à medida que enfrento algumas experiências dolorosas, podendo assim trabalhar alguns aspectos de minha vida, moldados a partir de um novo momento. Não é a “causa” da dor, mas o seu “efeito” que pode trazer algum sentido à nossa vida. As coisas acontecem, mas “Deus” faz com que todas concorram para o bem daqueles que o amam...” (Rom. 8:28). Compreendo-me assim como um “vaso de barro” rachado (II Co. 4:7), recipiente da graça de Deus, onde opera o Seu poder.

QUANDO A MORTE FAZ MAIS QUE A VIDA


 
Vivemos em um mundo pós-moderno. Fato? Há quem diga que não, mas, assim como eu, muitos outros acreditam na existência do fenômeno da pós-modernidade e refletem sobre suas implicações no cotidiano das pessoas.
Estava certo dia pensando acerca de como o corre-corre de nossas vidas nos faz esquecer coisas simples, mas de extrema importância para nossa existência. Um elemento específico que me chamou a atenção foi o valor que damos à morte. Fiquei pensando sobre como temos encarado a presença deste “ser” que inevitavelmente nos visita.
credito que os que me lêem, em algum momento da vida, já assistiram a algum desenho animado. Pois bem. Existe uma imagem cristalizada da morte: uma figura, geralmente magra, trajando uma roupa preta (que não permite a visualização do seu rosto), e portando um tipo de foice. Em outros casos, há a representação da figura incômoda como um esqueleto. Para essa breve reflexão, farei uso da primeira imagem (me agrada mais).
Se vocês prestarem atenção, lembrarão que ambas as imagens possuem traços humanos. A partir disso comecei a me inquietar com algumas idéias que assomaram a minha mente. Como já falei anteriormente, o mundo pós-moderno nos leva a esquecer, às vezes, a deixar de lado, atitudes simples, mas tocantes. Na nossa agitação diária, esquecemos que a morte poderá chegar a qualquer momento, para nós ou para aqueles que amamos e que nos amam. Esquecemos que a vida é apenas um momento, e muitas vezes, bem breve. A verdade é que sempre viveremos pouco, mas o suficiente.
Por vivermos apenas pensando no dia de amanhã, deixamos de lado a possibilidade de experimentarmos momentos de felicidade ao lado das pessoas que amamos. Quantas famílias não sofrem porque os pais se preocupam em dar o melhor para o futuro dos filhos, mas se esquecem que a construção do porvir depende do presente? Não se pode viver a vida futura sem antes se passar pelo presente, pelo palpável.
Às vezes, deixamos a morte ser mais carinhosa do que nós. Não quero dizer que todos nós somos omissos ou que o que fazemos é de total inútil, não se trata disso, mas que podemos e devemos cuidar mais uns dos outros. Não deixemos que o abraço da morte seja mais presente que o nosso, não deixemos que a morte diga que ela é mais atenciosa do que nós. Sei que sempre teremos a sensação que poderíamos fazer mais e mais por alguém, mas, no nosso íntimo, sabemos quando fizemos o que estava ao nosso alcance, e isso nos tranqüilizará. Não podemos permitir sermos desumanizados pelo fato de que o mundo se permitiu a desumanização. Vamos viver consciente da realidade. Existe uma frase que não sei ao certo de quem é, algumas pessoas me disseram que era de um escritor norte-americano, que diz que “devemos ver as coisas como se fosse o último momento em que as vemos”. Não! Não se trata de pensarmos assim, devemos ter consciência da morte, mas não vivermos em função dela. Devemos viver em função da vida. Devemos mostrar vida através do nosso amor, nossa atenção, nosso testemunho.
O nosso futuro está nas mãos de Deus, não existe cuidado maior. Com isso temos duas missões: fazer com que outros permitam que suas vidas também sejam entregues aos cuidados de Deus e cuidar daqueles que precisam de nós em todos os âmbitos da nossa vida: família, amigos, trabalho, Igreja. A partir da nossa “nova humanização” que Cristo nos dá, podemos humanizar o mundo. Que Deus nos abençoe e oriente neste sentido. Amém.

Professor do Curso de Extensão em Música

SORRIA PARA DEUS

Há um tempo, em uma pesquisa realizada, foi constatado que a maneira como nos portamos com quem está perto de nós, ao acordarmos, influenciará nosso humor no restante do dia. Se você dá um sorriso, este gesto possibilitará fortemente, no decorrer do dia, uma relação positiva com seu cônjuge, por exemplo. Todavia, se você levanta de “cara fechada” para quem você encontra pela frente, a probabilidade de você ter um dia de fúria é alta. E tudo isso, dizem os pesquisadores, é determinado nos quatro primeiros minutos após você acordar e lidar com alguém. Este período de tempo, portanto, é crucial para você definir como será o restante de seu dia!
Diz o Salmista: “Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite. Não há linguagem nem fala onde não se ouça a sua voz. A sua linha se estende por toda a terra, e as suas palavras até ao fim do mundo. Neles  pôs uma tenda para o sol...” (Sl 19. 1-4)
Interessante como a própria natureza começa seu dia: ela começa declarando a grandeza de Deus. Um dia, ao se ir, comenta, discursa, declara ao que está chegando a glória de Deus! Talvez, quem sabe, testemunhe ao próximo dia como foi instrumento do Altíssimo no projeto de salvação e redenção da humanidade; talvez, extasiado, reconheça a misericórdia do Senhor em conceder mais tempo aos homens; talvez enfatize ao seu sucessor do amor do Criador, por ter sido o palco para homens se arrependerem e retornarem, correndo, aos braços do Eterno...
A postura da natureza nos ensina algo: como seria o restante do nosso dia se começássemos sorrindo para o Senhor, declarando Sua majestade, Sua bondade, Sua onipotência? Se há para nós benefícios quando começamos o dia sorrindo para pessoas tão limitadas e falhas como nós, imagine os resultados de um dia no qual iniciamos declarando as grandezas de Deus?
Ah, quase ia me esquecendo: como você começou seu dia?

Edélvio Leandro
(Aluno do Curso Teologia)

Voce na multidao



Foi-se o tempo em que a religião era valorizada não apenas por sua história, mas, principalmente, por defender valores morais e éticos. O que vivemos hoje deixaria muitos dos “heróis da fé” constrangidos ou até mesmo envergonhados. Será que tantas lutas pela liberdade religiosa têm sido em vão?
Atualmente, a religião serve de entretenimento, anestésico, interesses políticos e até comerciais. Mas não vou entrar nesse assunto, já tem muitos sites e blogs que fomentam isso por aí. Nesse texto quero, simplesmente, tentar - eu disse tentar - esclarecer o nosso posicionamento diante de tudo isso.
No momento da crucificação de Cristo, diferentes tipos de multidões estavam presentes ali. Marcos 15, por exemplo, fala que uma multidão zombava de Cristo já crucificado. Aquela multidão ria dEle e O desafiava a descer, já que realmente se considerava Filho de Deus. Os cristãos, seguidores de Seus ensinamentos também estavam lá, mas em meio a tanta zombaria, eles se calaram e não defenderam o seu Senhor. Lucas 23 fala de uma multidão de críticos. As pessoas críticas detectam algo errado e só falam sobre isso. Agindo assim, deixam de confiar em Deus e passam a duvidar de tudo. Vamos entender uma coisa: críticas, a não ser que venham acompanhadas de boas sugestões, não ajudam a solucionar o problema e ainda pioram a situação. Jesus estava na cruz e os fariseus, por mais que conhecessem as Escrituras, ainda O criticavam. Finalmente, João 19, fala da família de Jesus que ficou aos Seus pés, presenciou todo o Seu sofrimento e, apesar da dor e da contrariedade do povo, se manteve firme, se manteve fiel. Estar perto do Senhor às vezes não alivia a nossa dor, mas estar longe dEle, mesmo O conhecendo, é ainda pior. É cegueira, é hipocrisia.
Esse é o nosso maior desafio hoje: manter firmes nossas convicções em Cristo. Fazer a diferença, como Ele fez. O mundo, as pessoas, a sociedade em geral, não conspira a favor do verdadeiro evangelho, mas é preciso saber de que multidão você faz parte: da multidão que se cala diante da banalização da Palavra; da multidão que assiste tudo de camarote e, apesar de conhecer a verdade a critica; ou da multidão que conhece seus valores e se mantém fiel a eles até o fim.

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Jesus Transforma 2011


A operação Jesus Transforma, ou Trans, como é mais conhecida, é uma ação missionária que envolve centenas de voluntários na proclamação do evangelho em cidades e bairros não alcançados, onde o conhecimento do verdadeiro Deus está ausente, objetivando ao fim a plantação ou a revitalização de uma igreja.
Ao fim de cada projeto, missionários nomeados por Missões Nacionais têm a responsabilidade de dar continuidade ao trabalho em cada cidade e bairro alcançado, firmando na fé os novos convertidos, estruturando liderança e, por fim, tornando a igreja autossustentável e com DNA missionário. 
Participar de uma Trans é, acima de tudo, demonstrar paixão pelas almas perdidas e comprometimento com o Reino. Os que decidem viver essa experiência passam antes por um período de treinamento e capacitação, recebendo informações sobre o campo de atuação e aprendendo técnicas de evangelização arrojadas que ajudarão nos trabalhos de visitação, abordagem nas ruas, trabalho com crianças e serviço social.
Além de ser uma ótima oportunidade para praticar o Ide de Cristo, a Trans proporciona períodos preciosos de comunhão com batistas de várias partes do Brasil.

Em 2011, Missões Nacionais espera por você para, juntos, saciarmos a sede de Deus em Pernambuco dos dias 1 a 17 de Julho de 2011.
Mais informações AQUI!


O pedido mais ousado


 O desejo do coração de Deus - Êxodo 33
“Rogo-te que me mostres a tua glória.” Moisés fez um pedido ousado a Deus. Nenhum homem podia ter feito um pedido mais ousado e perigoso do que este. Para Moisés, significava um sinal de aprovação, um sinal de que Deus estaria com ele e o povo durante todo o caminho. Mas para Deus, revelar a sua glória ao homem significaria que este homem não viveria mais. “Não me poderás ver a face, porquanto homem nenhum verá a minha face e viverá.” Esta foi a resposta de Deus.
Este pedido de Moisés não significa que ele era um tolo e que não sabia das consequências. Mas sim, que Moisés sabia que na Presença de Deus ele não morreria. Nada, nem ninguém poderia tocá-Lo ou mesmo alcançá-Lo. Moisés sabia que estava na presença do Único Deus, criador de todas as coisas. Ele não morreria, a menos que seu Deus assim o quisesse. E a resposta de Deus foi: “Eis aqui um lugar junto a mim; e tu estarás sobre a penha.”
Isso nos faz perceber que Deus não se irritou com o pedido ousado de Moisés, não se afastou dEle para sempre, porém, fez com que Moisés fosse colocado próximo a Deus, e ali, próximo a Ele, Moisés poderia ver a glória de Deus depois dEle ter passado.
Se pararmos para pensar, o desejo do coração de Deus é que o homem busque a Sua face (2 Cr. 7.14). “se o meu povo, que se chama povo de Deus”. Todo aquele que é povo de Deus deve buscar a face de Deus. Deve desejar estar com Ele, em sua presença, para saber o Seu caminho e conhecê-Lo.
Quando me refiro a um pedido ousado, não quero dizer que devemos pedir o impossível somente por ser impossível. Mas sim o impossível que agrade ao coração de Deus. Pois é verdade que Deus não fez como Moisés queria, mas sim como deveria ter sido. E isso aproximou Moisés de Deus de uma forma impressionante. O texto bíblico nos fala que Deus era quem falava com Moisés como quem fala a um amigo (v.11).
Todo o povo pode ver a glória de Deus no rosto de Moisés e sabiam que ele havia estado com Deus.
Hoje Deus nos faz saber o desejo do seu coração: “Busquem a minha face!” Um pedido que nos permite ser ousados e confiantes como nos diz Paulo em Hebreus 10:19: “Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus…
Que sejamos ousados hoje, sabendo que a glória de Deus nos alcançou através da graça de Seu amor e desejemos ver a face de Deus, para que Ele nos faça estar ao seu lado até podermos ver seu rosto como Ele é.
Este é o desejo do coração de Deus para o Seu povo.

Sérgio Inojoza       
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Seja medico!


Não é nenhuma novidade que igrejas são também chamadas de comunidades terapêuticas, algumas têm buscado atender bem a esta necessidade, mas poucas acertam a razão de cuidar de pessoas. Uma conhecida frase de Karl Marx se tornou bastante difundida entre os ateus por expressar o seguinte: "A religião é o ópio do povo". De certo modo eu concordo com Marx e vou explicar.
No Novo Testamento Bíblico há uma série de textos que relatam encontros de Jesus com pessoas, que vão desde crianças aos mais respeitados líderes religiosos e estatais daquele tempo. Começo logo a notar o tipo de tratamento que foi dado a cada uma dessas pessoas. Os religiosos, homens socialmente respeitados receberam as mais duras críticas de Jesus, houve casos em que foram chamados de raça de víboras! Esses religiosos se consideravam perfeitos e por isso achavam que não necessitavam da cura de Jesus.
Felizmente muitas mulheres e homens considerados imperfeitos também tiveram um encontro com Jesus. Estes foram tratados como filhos, onde o amor do Pai lhes era demonstrado em curas milagrosas, no sentar à mesa e dividir o pão. Pessoas doentes para a sociedade foram alvo da maioria das ações e situações narradas nos evangelhos. Muitos tiveram curas de enfermidades mentais e físicas, outros nem sequer tinham doença física, mas eram descartados pelos religiosos por não fazer parte da mesma descendência.
Todo esse absurdo foi combatido por Jesus e está amplamente descrito na Palavra de Deus, hoje não é diferente. A religião têm adormecido as pessoas à Verdade, têm sido um ópio para o povo. A cruz de Cristo virou um símbolo e o Cristo da cruz não é mais pregado, pois o que vale hoje é alimentar esperança da fé tão somente pela fé, ou da fé em si mesmo. Religiões que pregam cura física e deixam as pessoas doentes aguardando um “milagre financeiro” estão por todas as partes.
Faça diferente, seja “médico” e indique a cura... fale de Jesus Cristo e deixe que o Espírito Santo guie as pessoas ao Pai!

"Jesus, porém, ouvindo, disse-lhes: Não necessitam de médico os sãos, mas, sim, os doentes."  (Mateus 9 : 12)

Soli Deo Gloria